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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Dinossauros: 9 celulares que marcaram época

je em dia você quer consultar rapidamente o email e pega o smartphone. Bateu o tédio? Tire o celular do bolso e abra a loja de apps — isso se ele não estiver já na sua mão, pois o WhatsApp e o 
Facebook
 não param de “apitar”. Ah, e você provavelmente está ouvindo música por ele, deixou vários vídeos do YouTube na fila para ver depois e, se quiser, até pode consultar o GPS para saber exatamente onde está.

Pode parecer estranho para muita gente, mas há alguns anos os celulares ainda nem se chamavam smartphones, muito menos acumulavam tantas funções assim. A prioridade era para as ligações ou mensagens e o mais moderno que havia era jogar "Snake", o popular "jogo da cobrinha".
Abaixo, listamos alguns aparelhos clássicos que você com certeza já teve ou viu nas mãos de alguém. Prepare-se para fazer uma viagem no tempo e se lembrar de (ou conhecer) uma época em que palavras como "iPhone", "Galaxy" e "Xperia" ainda não significavam nada.

Nokia 3310

Não tinha como começar com outro, não é mesmo? Talvez o modelo mais clássico da fabricante, esse celular lançado pela Nokia em 2000 ganhou uma espécie de sobrevida na memória dos fãs por conta das piadas — o gadget virou meme por ter uma bateria interminável e ser praticamente indestrutível. O carinho é tanto que ele até virou a brincadeira de 1° de abril da Microsoft em 2014. Ele teve várias variantes com nomes parecidos e apresentava o conteúdo em uma tela de 84x48 pixels. Ao todo, foram 126 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola RAZR V3

Você se lembra de quando celulares com flip eram a maior moda — e abrir ou fechar o aparelho com uma das mãos parecia a coisa mais estilosa do mundo? Estima-se que o Motorola RAZR V3, de 2004, seja o modelo mais vendido da fabricante, com mais de 130 milhões de unidades comercializadas. O aparelho era bastante fino para a época (13 mm de espessura) e tinha um design moderno.
Um pouco mais moderno que o anterior, ele tinha tela de 176x220 pixels, câmera VGA, Bluetooth e a possibilidade de sincronizar conteúdo com o PC. A memória disponível, entretanto, era de incríveis 7 MB. O sucesso do modelo foi tanto que a linha RAZR foi ressuscitada anos depois para o lançamento de uma série de smartphones.

Nokia 6110

A Nokia marcou época no início da vida dos celulares, mesmo que eles não fossem um primor em uso ou design. O 6110 parecia antiquado até mesmo em 1997, ano de seu lançamento: a antena era enorme e bastante visível e o visual parecia o de um telefone de casa sem fio. Acredita-se que ele foi o primeiro a contar com uma interface separada por ícones, sendo ainda o pioneiro da Nokia em sensor infravermelho e no jogo "Snake". A bateria durava dias, mesmo com apenas 900 mAh.

Sony Ericsson K750

Quando falamos hoje em especificações técnicas matadoras, logo imaginamos um processador incrível, memória RAM que não acaba mais e uma bateria de cair o queixo. Mas o celular "top de linha" 
Sony
 Ericsson K750 impressionou o público em 2005 por ter uma câmera digital traseira de 2 MP. Ele pesava somente 99 g e suportava cartões de memória de até 2 GB, sendo o reprodutor de mídia de muita gente que não havia se rendido ao iPod.

Motorola StarTAC

O primeiro celular com flip completo do mundo foi o Motorola StarTAC, em 1996. Ele mescla um visual ainda "tijolão" com a modernidade do visual "concha", sendo um dos primeiros grandes sucessos da história dos celulares. Ele também introduziu o vibracall como alternativa aos ringtones. Na época, quem quisesse aproveitar essa maravilha tecnológica precisava desembolsar US$ 1 mil.

Nokia 1110

Junto com o 3310, o celular Nokia 1110 também está no coração do público. Lançado em 2005, o aparelho foi um dos últimos com tela em preto e branco, mas já possuía modernidades como toques polifônicos, alarme e antena 2G.
Com preço baixo e facilidade de uso, ele foi um dos aparelhos mais populares de países em desenvolvimento — exatamente o caso do Brasil. A autonomia do aparelho em standby? Até 380 horas de uso sem precisar de recarga. Ele ganhou uma versão atualizada, a 1110i, no ano seguinte. Ao todo, foram 150 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola PT-550

Esse "vovô" pode não estar na memória de muita gente, mas marcou época. Isso porque o Motorola PT-550 foi o primeiro celular vendido no Brasil — e o primeiro a receber o carinhoso apelido de "tijolão". Ele chegou ao país em 1990 tendo a portabilidade (na medida no possível, claro) como principal recurso, além do identificador de chamada, que era uma linha de números na cor verde.
Os botões eram muito similares aos de qualquer aparelho fixo e ele até possuía um flip, mas que só escondia o teclado. Segundo o Rank Brasil, ele saiu primeiro só no Rio de Janeiro e custava entre 500 e 750 cruzados, mais 350 ou 400 cruzados para a linha telefônica.

Siemens A50/A55

Talvez o modelo mais clássico da Siemens (ao menos em terras brasileiras), o A50 e suas variáveis destacavam-se na multidão por conta da tela monocromática, porém com um tom alaranjado inconfundível. Ele foi o primeiro modelo de muita gente e vinha em várias cores, mas as variantes azul e branca foram as de maior sucesso. A agenda suportava até 50 contatos — provavelmente bem menos do que a quantidade atual dos seus amigos com WhatsApp.

Motorola C139

Dois anos antes do lançamento do primeiro iPhone, o Motorola C139 era um dos modelos que reinava no mercado. A tela era muito pequena, com 1,25", e ele tinha certos defeitos. Um deles estava na hora de ativar a luz do aparelho: para fazer isso, era preciso pressionar uma tecla – e ela também era executada, além de iluminar o aparelho. Isso resultava em ligações recusadas sem querer e outros problemas.
Ainda assim, ele servia perfeitamente (e serviu durante muito tempo) para quem estava atrás apenas de um aparelho para efetuar e receber chamadas. Além de "Snake", ele contava com os jogos "Box World" e "5 Stones".
...
É muita história a ser contada nessa linha do tempo de celulares. Por isso, não foi possível listar absolutamente todos os aparelhos que marcaram época e continuam em nossas memórias. E aí, qual o gadget do passado que não sai da sua cabeça?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Os 10 smartphones com mais reclamações no Brasil

O site Reclame Aqui divulgou nesta semana uma lista com os dez aparelhos que mais possuem reclamações de consumidores em sua base de dados. Aparecem na lista modelos de cinco fabricantes: Motorola, Samsung, Apple, Sony e LG.
O modelo que tem mais reclamações no site é o Moto G, da Motorola, com 11.757 notificações. Se por um lado esse resultado pode ser considerado natural, uma vez que se trata do aparelho com maior volume de vendas no Brasil, por outro chama a atenção a sua distância em relação aos demais concorrentes.
O smartphone Galaxy S4, da Samsung, ficou com a segunda posição, somando 4.468 reclamações no site. A medalha de bronze é do Motorola Moto X, com 2.967 reclamações. Confira o ranking com os 10 celulares que têm mais reclamações no Reclame Aqui.
  • 1 – Motorola Moto G – 11.757 reclamações
  • 2 – Samsung Galaxy S4 – 4.468 reclamações
  • 3 – Motorola Moto X – 2.967 reclamações
  • 4 – Samsung Galaxy S3 – 2.226 reclamações
  • 5 – Apple iPhone 5S – 1.845 reclamações
  • 6 – Apple iPhone 5 – 1.724 reclamações
  • 7 – Sony Xperia Z1 – 1.275 reclamações
  • 8 – Samsung Galaxy Y Duos – 846 reclamações
  • 9 – LG G2 – 825 reclamações
  • 10 – Samsung Galaxy Gran Duos – 821 reclamações

Apple não responde os consumidores

No que diz respeito à resposta dos fabricantes, a Motorola conseguiu solucionar 63,4% das reclamações – o maior número entre as cinco empresas citadas no top 10. A LG aparece em segundo, com 60,8% dos problemas solucionados. A Samsung resolveu 50,7% das reclamações e a Sony respondeu 39,3% dos consumidores.
O pior desempenho entre as empresas é da Apple, que não respondeu nenhuma das reclamações dos seus clientes postadas no Reclame Aqui. A companhia tem 0% de resoluções nesse quesito e recebeu ainda o selo de “não recomendado” pelo Reclame Aqui.
O ranking levou em consideração informações coletadas entre os dias 1 de outubro de 2013 e 30 de setembro de 2014.
FONTE(S)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dinheirão: Microsoft entra no top 10 das empresas mais lucrativas do mundo

Entre os aficionados por tecnologia há um costume antigo de falar mal da Microsoft, mesmo quando ela está acertando e lançando produtos de qualidade. Porém, como é possível ver em uma lista publicada pelo jornal USA Today, a empresa está provando com números a sua força e mostrando a que veio, sendo colocada entre as dez empresas mais lucrativas do mundo.
A lista feita pelo periódico engloba as 20 companhias que mais lucram na atualidade, sendo massivamente povoada por empresas do ramo de energia, como a russa Gazprom e a gigante norte-americana Exxon Mobil, e também bancos, um dos setores da economia que bate recorde de lucro todos os anos.
Tendo concorrentes dessa magnitude, a Microsoft figura em 10º lugar, com um lucro estimado de US$ 22,1 bilhões – aproximadamente R$ 54 bilhões, nada para se envergonhar. No ramo da tecnologia, apenas duas outras empresas estão à frente da companhia: a Samsung (6º), com ganhos de US$ 27,2 bilhões (R$ 67 bilhões); e Apple (2º), colhendo o fruto dos novos lançamentos com lucro de US$ 37 bilhões (R$ 91 bilhões).

Top 10 empresas de acordo com o lucro líquido

1. Industrial and Commercial Bank of China (US$ 42,7 bilhões)
2. Apple (US$ 37 bilhões)
3. Gazprom (US$ 35,7 bilhões)
4. China Construction Bank (US$ 34,9 bilhões)
5. Exxon Mobil (US$ 32,6 bilhões)
6. Samsung Electronics (US$ 27,2 bilhões)
7. Agricultural Bank of China (US$ 27,1 bilhões)
8. Bank of China (US$ 25,5 bilhões)
9. BP (US$ 23,5 bilhões)
10. Microsoft (US$ 22,1 bilhões)
A maior parte dos ganhos da Microsoft vem do licenciamento de produtos para o setor empresarial, como a suíte Office, as várias versões do Windows e também soluções para servidores. Apesar disso, é esperado que os smartphones e tablets da empresa comecem a trazer ainda mais lucros, assim como os serviços de computação na nuvem.
Será que o novo sistema operacional da companhia para mobile e PCs vai dar uma fortalecida para o ranking do ano que vem? Deixe sua opinião nos comentários.
FONTE(S)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

8 apps de Android, Windows Phone e iOS para turbinar o seu smartphone

Está procurando por alguns apps bacanas para dar aquela repaginada no seu dispositivo móvel? Pois bem, aqui está uma lista caprichada de programas variados que você com certeza vai amar instalar no seu dispositivo móvel, seja ele um aparelho com sistema operacional AndroidiOS ou Windows Phone.
Todos os softwares selecionados neste artigo conseguem, de alguma forma, tornar a sua vida mais fácil de alguma maneira. Alguns impedem que você tome chuva desprevenido, outros ficam de olho para que você não acabe gastando mais dinheiro do que deveria ou esqueça de comparecer em algum compromisso importante que você havia marcado. Experimente os aplicativos e nos diga o que você achou de cada um deles!

1) Dark Sky

O Dark Sky é uma verdadeira revolução entre os aplicativos de previsão meteorológica. Ele foi feito utilizando o que há de mais avançado em tecnologias de medição de temperatura, sendo capaz de alertar o usuário com uma precisão inacreditável sobre exatamente quando irá chover (ou até mesmo nevar) em sua localidade. Além de emitir notificações pontuais, o app – que é totalmente gratuito – consegue exibir um mapa de sua região através do qual você pode acompanhar a chegada de frentes frias.
Download: iOS (gratuito)

2) Level Money

É considerado um dos melhores gerenciadores de finanças que você pode utilizar em seu dispositivo móvel. O Level Money permite que você controle seus gastos a nível diário, impedindo que você acabe ultrapassando as cotas previamente estabelecidas. É uma pena que, por enquanto, o recurso mais interessante do aplicativo não está disponível para os brasileiros: cidadãos dos Estados Unidos podem conectar o programa com suas contas bancárias, dispensando a necessidade de inserir manualmente informações de débito e crédito.
Download: iOS (gratuito), Android (gratuito)

3) Sky Guide

Desenvolvido pela Fifth Star Labs, o Sky Guide é um programinha indispensável para quem curte astronomia. Através dele, você consegue obter informações multimídia detalhadas sobre quaisquer astros que você desejar – e isso inclui textos explicativos, animações belíssimas e ilustrações elaboradas especialmente para o aplicativo. Tudo o que você precisa fazer é apontar o seu dispositivo móvel para o céu noturno e o Sky Guide se encarrega de te guiar pelas maravilhas que existem no espaço sideral.
Download: iOS (US$ 1,99)

4) LastPass

Todo mundo sabe que é extremamente difícil ter que decorar dezenas de senhas diferentes. O LastPass armazena todas as suas passwords em apenas um local, mantendo-as sincronizadas entre seus diferentes dispositivos. Vale observar que os aplicativos do LastPass são gratuitos, mas é preciso assinar um plano Premium do serviço (US$ 12 por ano) para poder utilizá-los.
Download: iOS (gratuito), Android (gratuito), Windows Phone (gratuito)

5) Timeful

Sendo um misto de calendário e lista de tarefas, o Timeful chama a atenção por sua capacidade de “aprender” os hábitos do usuário e adaptar-se para atendê-lo da melhor forma possível. Você diz ao aplicativo o que você deseja fazer e ele automaticamente lhe sugere a melhor ocasião – dia/horário – para tal tarefa. As informações registradas no programa podem ser sincronizadas com sua conta do Google Calendar, Microsoft Exchange e até mesmo Apple iCal.
Download: iOS (gratuito)

6) Fhotoroom

Sendo um misto de Instagram e Photoshop Express, o Fhotoroom é um dos melhores apps de fotografia que você pode instalar em seu gadget. Ele permite não apenas que você realize edições básicas em seus arquivos de imagem (adicionando filtros e ajustando brilho, saturação, contraste etc.), mas também proporciona um ambiente online no qual você pode divulgar suas obras para o mundo inteiro, descobrir outras imagens inspiradoras e interagir com amantes da fotografia localizados ao redor do globo.
Download: iOS (gratuito), Windows Phone (gratuito)

7) SumUp

Que tal aceitar pagamentos diretamente pelo seu telefone celular? Existem diversas soluções do gênero disponíveis no Brasil, e a plataforma SumUp certamente é uma das melhores. O serviço não cobra nenhuma mensalidade de seus usuários, exigindo apenas que você pague uma taxa de R$ 79 para adquirir o leitor de cartões (compatível com ambas as plataformas). Em seguida, baixe o aplicativo, realize seu cadastro e comece a receber seu dinheiro. A taxa cobrada pelo SumUp para pagamentos começa em 3,5% (transações à vista e com recebimento em 30 dias).
Download: iOS (gratuito), Android (gratuito)

8) Humin

A grosso modo, o Humin é um aplicativo feito para que você não se esqueça das pessoas que você conhece. Ele pode ser encarado como uma agenda de contatos aprimorada, capaz de filtrar os registros por categorias “mais humanas” – você pode, por exemplo, pedir para que ele mostre apenas quem você conheceu na última semana ou quem mora na cidade de Curitiba. O software deve ganhar uma edição para Android em um futuro breve, e você pode se cadastrar aqui caso queira receber um alerta assim que isso acontecer.
Download: iOS (gratuito)
Fonte:TecMundo

Loja online brasileira da Apple agora parcela valores em até 24 vezes

As compras parceladas são um método típico do Brasil. Os parcelamentos fazem parte de nossa rotina e nossa cultura, e não há empresa que escape da filosofia. Nem mesmo a Apple. A loja online da marca no país, que até ontem oferecia duas formas de comprar produtos, agora permite fracionar o valor em 18 ou até 24 parcelas – estas, é claro, com juros.
Quem quiser desconto pode optar pelo pagamento à vista por meio do tradicional boleto bancário ou em uma vez no cartão de crédito. O abatimento é de 10% do valor total. Já quem deseja parcelar sem o acréscimo de juros pode dividir o preço em até 12 vezes nos cartões de crédito American Express, Visa ou MasterCard.
A partir de agora, a Apple Brasil liberou 18 ou até 24 parcelas no pagamento. Os juros variam de 0,9% a 3,9% ao mês, dependendo do banco do comprador (cada um cobra encargos diferentes).

Na prática, quanto ficaria?

Vamos utilizar dois dos produtos mais cobiçados da marca como exemplo. Um iMac com tela Retina 5K pode ser adquirido em até 24 parcelas de R$ 664,83 cada, ao passo que um iPhone 5S de 32 GB sai por 24 vezes de R$ 123,43.
Se fizermos um balanço do “custo-Brasil” e avaliarmos as opções, essas novas alternativas de pagamento acabam deixando os produtos acessíveis a um público maior. E de parcelamento a gente entende bem.

Problemão: iPad pode estar exibindo queda de vendas por ser "bom demais"

Nesta terça-feira (21), a Apple divulgou seu relatório trimestral, no qual discorreu sobre como vão os seus negócios no ano fiscal de 2014 – você pode conferir tudo destrinchado aqui mesmo no TecMundo. Um aspecto interessante foi que, enquanto as vendas de iPhones e Macs continuam subindo, o retorno dos iPads contínua em declínio. O problema com a linha de tablets pode ser simples: eles têm uma vida longa demais.
Embora na briga dos smartphones as disputas entre Android, iOS e Windows Phone seja bem acirrada, com cada um oferecendo suas vantagens e incorporando novas funcionalidades comuns aos outros, no campo dos tablets muita gente aposta na superioridade dos iPads. Se você comprou um tablet da Apple nos últimos anos – e não for um superaficionado por tecnologia e cheio da grana – dificilmente encontrou motivos suficientes para comprar uma versão mais nova do aparelho.
Os produtos da linha têm um bom hardware que dão conta de praticamente qualquer atividade oferecida para dispositivos portáteis, seja curtir uns jogos, assistir a filmes, ler seus quadrinhos favoritos ou organizar a vida com milhares de aplicativos diferentes. Com tablets finos, leves e duradouros, qual motivo o usuário teria para se desfazer do seu “precioso” e gastar um bom dinheiro para fazer o upgrade?
Embora os tablets da família iPad fiquem progressivamente mais robustos, coisas como alguns milímetros – e gramas – a menos, Touch ID e câmera um pouco melhor, em geral, não são fatores suficientes para influenciar a compra do consumidor comum. O fato é que as pessoas tendem a ficar mais tempo com o mesmo tablet do que com o mesmo smartphone, e a qualidade dos aparelhos da Apple só torna isso mais acentuado.

Os números revelam tudo

Entenda que, apesar da queda, a empresa conseguiu emplacar 12,3 milhões de unidades vendidas neste ano. É uma redução de quase 13% em relação a 2013, mas, ainda assim, um número bastante respeitável, que coloca o tablet como o segundo produto mais vendido da Apple – atrás apenas dos Macs, mas com uma margem de lucro muito mais atraente.
Muitas pessoas na indústria dizem que o mercado de tablets está saturado, mas, para Tim Cook, isso não pode estar mais longe da verdade. Ele conta que, pela análise de dados feita pela companhia, de 50 a 70% dos iPads vendidos nos seis países que mais concentram venda para a Apple foram parar nas mãos de pessoas que estão comprando um produto da linha pela primeira vez.
Cook também deixa claro que ainda é muito cedo para se ter exatamente o ciclo de renovação do iPad para os consumidores, já que ele tem apenas quatro anos de existência. “Vejo tudo isso como um contratempo, não um grande problema. Ainda assim, queremos crescer, não gostamos de ver números negativos”, explica o chefão da Apple.
Grande problema, hein? Ter um produto que é bom demais e ainda vende milhões é o sonho de diversas empresas do ramo. E você, pensa em trocar o seu tablet tão cedo? Deixe seu comentário mais abaixo.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

iPhone 6 bate recorde e Apple fecha trimestre com lucro de R$ 21 bilhões

Apple divulgou nesta terça-feira (21) o relatório financeiro do terceiro trimestre deste ano, além dos ganhos, perdas e gastos de todo o ano fiscal de 2014, que terminou em 27 de setembro de 2014. A última apresentação de números foi bem abaixo do esperado, mas o lançamento dos iPhones 6 e 6 Plus (e a venda antecipada recorde) fez com que a Maçã voltasse a brilhar financeiramente.
A receita do trimestre foi de US$ 42,1 bilhões, enquanto o lucro já com descontos totalizou US$ 8,5 bilhões (ou US$ 1,41 diluído em cada ação). No mesmo período do ano passado, a receita era de US$ 37,5 bilhões.
Apenas nove dias de vendas dos novos iPhones foram contabilizados, mas isso já foi suficiente para dar um gás nos números. Segundo a Apple, foram 39,2 milhões de smartphones vendidos (sem especificar a proporção entre os modelos).

Tablets em baixa (até agora)

Já o iPad não anda muito bem das pernas: com a proximidade do lançamento do iPad Air 2 e o iPad mini 3, que aconteceu na última semana, as vendas deveriam mesmo cair, mas não tanto. Foram "apenas" 12.3 milhões de tablets vendidos, queda de 12,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e números negativos na área pelo terceiro trimestre consecutivo.
A venda de Macs cresceu em mais de 20% e foi para 5,52 milhões de unidades no trimestre, enquanto o iPod continua a queda-livre, com a comercialização caindo em um quarto do total em relação ao ano passado, totalizando 2,62 milhões de aparelhos. A App Store e o iTunes apresentaram resultados positivos.
Foi revelado ainda que as vendas internacionais representam 60% dos rendimentos da empresa e que ela detém US$ 155,2 bilhões em dinheiro e bens como ações.

Ano fiscal

Após finalizar o ano fiscal com "o maior lançamento já feito do iPhone", o CEO Tim Cook está animado para 2015. Isso porque o primeiro trimestre fiscal será contabilizado ainda em 2014 e vendas de aparelhos com os novos iPads, o iMac 5K, os Macbooks e o Apple Watch.
No ano fiscal de 2014, a Apple aumentou custos e despesas operacionais (de US$ 4,4 bilhão para US$ 6,4 bilhão), mas o ganho com vendas passou de US$ 170 bilhões para US$ 182 bilhões.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

É sério: alugar iPhones para ostentação na balada rende R$ 2 mil por mês

Quando você está em uma festa ou balada e alguém chama sua atenção, qual a primeira coisa que você nota nessa pessoa: a roupa, o sorriso, a conversa ou o iPhone? Essa pode parecer uma questão esquisita, mas ela é bastante levada em conta hoje em dia. Ao mesmo tempo em que muita gente mente ou vai arrumado demais para a noitada, há quem use smartphones alugados só para ostentar.
O aluguel de iPhones para ocasiões específicas (e sem urgência de uso, mas sim como item de luxo) é uma realidade no Brasil. O editor de vídeo Marco Aurélio Constantine, de 28 anos, é o pioneiro nesse tipo de negócio. Ele alega ganhar mais de R$ 2 mil por mês com o "empreendimento".
Tudo começou quando o rapaz não conseguiu revender modelos de iPhones e, em vez de desistir ou abaixar demais o preço, teve a ideia do aluguel. Os anúncios feitos em redes sociais foram vistos com desconfiança e até viraram piada no começo, mas logo que o serviço foi comprovado, o público aumentou.
Um dos primeiros anúncios de Marco Aurélio nas redes sociais
O público costuma ser composto por jovens que querem ostentar nas festas e atrair paqueras, tirar fotos para postar em redes sociais ou apenas curtir um dia com um smartphone superior ao que possui. Atualmente, Marco tem quatro iPhones 5 e um iPhone 5S dourado, que é o carro-chefe dos negócios e atrai o público feminino em massa.

O preço da ostentação

Ficar por 24 horas com um iPhone 5 custa R$ 120, enquanto a diária do iPhone 5s é de R$ 170. Metade do valor deve ser pago antecipadamente, e um contrato de uso é assinado para que o "inquilino" s comprometa a devolver o smartphone nas mesmas condições de antes.
Marco Aurélio (direita) já é bem-sucedido nesse curioso ramo
O aparelho até tem alguns aplicativos instalados, como o WhatsApp, mas vem com configurações zeradas, para que o cliente faça pequenas personalizações e instalações. A conta do iCloud de Constantine está vinculada ao aparelho para o caso de furto ou calote.
O empreendedor até já tem planos para alugar um iPhone 6, que nem data de lançamento tem para o Brasil — e R$ 220 deve ser o valor do negócio para quem quiser ostentar o novo smartphone da Apple só por uma noite.
FONTE(S)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Final Fantasy VI para dispositivos móveis passa a suportar o nosso idioma


Final Fantasy VI, um dos muitos títulos da famosa franquia de RPG, chegou aos dispositivos móveis no começo do ano e trouxe uma bela adaptação do clássico. Com um enredo original e mecânica de batalhas mais rápida, o game deve ter matado as saudades de muitas pessoas que não jogavam esse jogo há muito tempo.
Um das maiores desvantagens do lançamento, entretanto, foi o preço cobrado pelo título: na versão para Android, o app sai por R$ 41. Para iOS, o game custa US$ 15,99 (aproximadamente R$ 40) – preços praticados em nosso país.. No entanto, brasileiros, russos e taiwaneses que não compraram o jogo, acabam de receber uma notícia que pode motivá-los a adquirir Final Fantasy VI
A novidade é que o game será atualizado e passará a suportar o idioma desses três povos. Além disso, a desenvolvedora também melhorou o sistema de direcional na tela e modificou alguns esquemas no modo de batalha. Final Fantasy VI havia sido lançado, originalmente, apenas em inglês e japonês. Com essas adições, serão 15 linguagens suportadas.
FONTE(S)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Tops de linha da Microsoft, Apple, LG, Motorola e Sony derrubam lucro da Samsung em 60%

A Samsung continua sendo a maior fabricante de telefones celulares do mundo, título antes pertencente por muitos anos a Nokia Mobile, agora sob o controle da Microsoft, porém, não basta vender muitos aparelhos se eles dão pouco lucro. Essa foi a conclusão que 43 analistas chegaram para justificar a queda de 60% no lucro operacional da Samsung no terceiro trimestre deste ano, isso se comparado ao mesmo período do ano passado.
samsung-logo1
As vendas caíram para 44 bilhões de dólares, que representa 20% a menos que no mesmo período de 2013. Já o lucro esperado era de U$ 5,2 bilhões, e o que deverá ser alcançado é U$ 3,8 bilhões.
Os analistas dizem que a Samsung vende muitos modelos low-end, porém, tem perdido mercado no seguimento dos top de linha para seus concorrentes que atualmente são: a Microsoft e seus Lumias, a Apple e seus iPhones, a LG e seus infinitos modelos, a Motorola com a linha X e a Sony com seus Xperias.
Ninguém pode negar que a coreana sabe fazer bons smartphones, o porém é que a Samsung chegou no topo e começou a “extrapolar”, e começou a valorizar demais os seus aparelhos. O Galaxy Note 4 é um bom exemplo, já que ele custará aqui no Brasil absurdos R$ 2.998. E mesmo seus concorrentes tendo uma ou outra característica inferior, custam bem menos que isso. Eles conseguiram o feito de ultrapassar os preços do iPhone, costumeiramente caro por natureza.
Samsung-Galaxy-Note-4-Air-Command-2
A chegada de fabricantes como a chinesa Xiaomi também deixam a Samsung numa situação complicada, pois, essa por exemplo, vende modelos com hardware poderoso por preços bem mais acessíveis, e buscam a lucratividade no volume de vendas. E é claro que não podemos esquecer modelos com o Lumia 930, o LG G3 e o Moto X, que oferecem um custo benefício bem melhor que outros modelos da Samsung. Sem contar outras marcas como a HTC e a Huawei, que estão vendendo bastante também.
Não sabemos qual será a estratégia da Samsung para aumentar suas vendas novamente, quem sabe um investimento maior no Tizen, seu sistema operacional proprietário que tem raízes no Android da Google, ou se eles começaram a “retirar” recursos dos seus modelos mais top para quem sabe diminuir os custos de produção e aumentar a lucratividade. Isso, só o futuro nos dirá.
Fontes: Olhar Digital

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Project Ara permitirá substituição de peças em pleno funcionamento

Se você já ouviu falar do Project Ara, sabe que se trata da proposta da Google para um smartphone modular. Entretanto, a grande novidade recentemente revelada é que será possível não apenas trocar as peças do aparelho, mas fazer isso enquanto ele estiver em pleno funcionamento, sem a necessidade de desativá-lo.
Paul Eremenko, responsável pelo projeto na Google ATAP, revelou nesta semana mais detalhes sobre o ARA, explicando que elementos como processador, câmera e dispositivo de armazenamento podem ser substituídos e atualizados por modelos mais potentes.
Além disso, exceto pela CPU e pela tela, qualquer peça pode ser mudada sem que o celular seja desligado — isso inclui momentos em que dados estejam em processamento, como durante a digitação de uma mensagem ou ligação.
Por isso, se você estiver tirando fotos e, de repente, precisar equipar uma câmera diferente, será possível realizar a mudança em poucos segundos. Eremenko disse também que a Google tem planos para uma loja online que venderá vários tipos de módulos diferentes, aumentando as possibilidades de customização dos smartphones.

Em breve

De acordo com as informações anunciadas nessa semana, o primeiro protótipo em funcionamento será exibido na segunda conferência para desenvolvedores do Ara, em dezembro deste ano. No vídeo abaixo, você assistir a todo o pronunciamento de Eremenko durante LCU14 (em inglês, sem legenda).


O projeto está sendo feito em colaboração com várias empresas como a Toshiba, Rockchip e Foxconn e usa uma versão modificada do Android L, desenvolvida em parceria com a Linaro. É esse sistema operacional que permite que as peças tenham a função hot swap. Se tudo der certo, o produto deve ser lançado já no início de 2015.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

CEO da Motorola: "Dias dos smartphones de US$ 600 a 700 estão contados"

A Motorola dos últimos tempos é uma companhia totalmente diferente daquela que conhecíamos há 5 ou 10 anos. A filosofia da empresa mudou e, agora, oferecer produtos baratos que proporcionem uma boa experiência ao usuário é o mantra dela. A mais nova prova disso foi uma entrevista do CEO Rick Osterloh, que acredita que “os dias dos smartphones de US$ 600 a 700 estão contados”.
Ele completa dizendo que nem sempre o mais caro é o mais adequado. “As pessoas estão percebendo que elas não precisam pagar tanto dinheiro assim”, explicou em uma entrevista ao Re/code.
É por isso que a Motorola tem tentado praticar preços mais justos em todos os mercados que atua, inclusive no Brasil, onde o Novo Moto X “foi lançado” por R$ 1,5 mil, centenas de reais mais barato que os principais concorrentes, que possuem praticamente as mesmas especificações. O que eles querem é atrair atenção com os preços baratos e as pessoas com uma boa experiência de uso.

Crescimento da marca

Osterloh cita ainda números interessantes, como o sucesso da marca na Índia e, principalmente no Brasil. No país asiático, a empresa não vendia mais nenhum smartphone e, quando reestreou por lá com o Moto G, já conseguiu ser a quarta maior fabricante do setor. No Brasil, os dados também são animadores para a empresa, apesar de o presidente não revelar números concretos.
Por aqui, a Motorola não figurava nem entre as cinco maiores companhias do setor de smartphones antes do lançamento do Moto X original. Hoje, com uma linha renovada e o smartphone mais vendido do país, o Moto G, a empresa chegou à segunda posição em marketshare no mercado nacional. Só nos EUA a Motorola vende mais do que no Brasil.
Se Osterloh estiver realmente certo, Apple e Samsung estarão em apuros em alguns anos. Fora isso, os primeiros resultados de 2014 já mostram que aparelhos muito caros estão tendo um desempenho bem aquém do esperado, principalmente na Ásia e em menor grau na Europa. Nos EUA, entretanto, o segmento de aparelhos bem caros poderá sobreviver por mais tempo. Ainda assim, quem sair na frente para se adaptar à possível nova realidade pode se dar muito bem no futuro.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Primeiras impressões: iPhone 6 e iPhone 6 Plus

Depois de horas e mais horas na fila esperando pelo iPhone 6, finalmente conseguimos botar as mãos nos dois novos aparelhos da Apple. Os modelos vieram cheios de novidades, e algumas delas são ainda mais interessantes ao vivo.
A caixa agora é inteira branca e não traz nada estampado na frente além do formato do aparelho. O nome “iPhone” na lateral também não carrega o sufixo como nos modelos anteriores.
A Apple cedeu aos apelos dos consumidores e aumentou bastante o tamanho o iPhone. O modelo “normal” agora possui 4,7 polegadas e o Plus, 5,5 polegadas. A pergunta que ficou foi a seguinte: agora ele não ficou grande demais? Na verdade, não. Pelo menos o modelo de 4,7 polegadas. Já o Plus está bem grande e é difícil utilizá-lo só com uma mão – caso que já é comum com todos os phablets disponíveis no mercado.
A tela também parece ser mais fina que em modelos anteriores. Isso proporciona um efeito interessante: quando tocamos nela, parece que estamos tocando diretamente os pixels. A densidade é proporcional (com uma pequena vantagem para o Plus), o que deixa a imagem da tela bem parecida em ambos os aparelhos.
Uma curiosidade: a tela inicial gira quando o iPhone 6 Plus é deitado; algo assim já acontece nos iPads.
O design e o acabamento externo do iPhone 6 servem para mostrar o capricho da Apple com o produto. O acabamento é praticamente impecável. As laterais agora são arredondadas, inclusive a tela, que possui bordas levemente inclinadas para encaixar na carcaça metálica; algo similar ao que acontece com alguns modelos da linha Lumia, da Nokia.
Primeiras impressões: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
Primeiras impressões: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
A câmera ganhou atualizações importantes e ficou muito mais poderosa, contudo, ela agora fica “para fora” na parte traseira, algo que pode incomodar um pouco.
Além disso, essa parte parece ser um pouco frágil e parece que vai quebrar se enroscar em alguma coisa. Felizmente a maioria das pessoas utiliza cases, logo isso não deve ser um problema maior.
Em termos de desempenho, o novo processador A8 também não decepciona. O sistema roda liso e quase tudo acontece de forma instantânea. Ambos os aparelhos compartilham do mesmo hardware, mas a resolução de tela maior do Plus não é motivo para que a sua performance não seja tão boa quanto do modelo normal. Por enquanto nenhum aplicativo testado mostrou problemas para o novo iPhone 6 – que já vem com o iOS 8 de fábrica.
No geral, é possível perceber que fisicamente o iPhone 6 está muito mais sólido que os modelos anteriores, mesmo que esteja bem leve e muito fino. A principal novidade, sem dúvidas, é o tamanho da tela e o fato de que a Apple parece ter acertado novamente.
iPhone 4S, iPhone 6 e iPhone 6 Plus
Fonte:TecMundo

Microsoft cutuca Apple aumentando para 30 GB o espaço grátis do OneDrive

Muita gente tem reclamado nas redes sociais por estar precisando apagar conteúdo de seus iPhones e iPads para realizar a atualização para o iOS 8, pois o novo SO da Apple precisaria de muito espaço livre para fazer o procedimento. A Microsoft aproveitou a onda de reclamações e aumentou para 30 GB o espaço gratuito do OneDrive, dizendo que ninguém deveria ter quer perder fotos e outros arquivos só por causa de uma atualização.
Sendo assim, quem fizer a instalação do OneDrive em iPhones e iPads poderá ganhar mais 15 GB gratuitamente — além dos 15 GB tradicionais que já são oferecidos — simplesmente ativando o backup da câmera no app.
A novidade funcionará em todas as plataformas, mas é exclusiva para quem estiver com backup da câmera ligado nos apps do OneDrive no iOS, Android ou Windows Phone até o fim de setembro. Quem não fizer a ativação no prazo vai perder a oportunidade. Se você já tinha essa função ativada, a Microsoft já fez a conversão automaticamente para os novos valores.
Fonte:TecMundo

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Novo teclado para iOS 8 traduz tudo o que você escreve em emojis

O sistema operacional móvel da Apple finalmente passou a ser compatível com teclados desenvolvidos por terceiros e, com a liberação para download feita ontem pela empresa, algumas novidades já apareceram na App Store. Uma delas é o Keymoji, um teclado que transforma texto em emojis.
Você vai escrevendo uma mensagem, um email ou um tweet e o teclado vai procurando correspondências em sua base de dados para substituir palavras, frases ou trechos da sua conversa. Essa base de dados é colaborativa e todos os usuários podem criar descrições para qualquer emoji e tornar a substituição de palavras mais interessante.
Algo similar a isso já acontece no SwiftKey para Android, que oferece emojis como sugestão quando você digita alguma coisa que remeta a uma figura disponível no teclado. No caso do Keymoji, a proposta é codificar o seu discurso com esses elementos.
É interessante lembrar que, quando o finado MSN Messenger era o mensageiro mais famoso da internet — há um bom tempo — havia um costume similar. As pessoas baixavam e salvavam “emoticons” e atribuíam a eles alguma frase, letra ou palavra. Chegava a um ponto que ninguém mais se entendia por conta de tantas figuras. Será que isso vai acontecer com os usuários do Keymoji também?
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Empresa de seguro divulga ranking dos aparelhos mais confiáveis

Muito provavelmente alguns de nossos leitores já devem ter se deparado com ofertas de seguros para smartphones e outros eletrônicos. Esses são serviços que geram muitas dúvidas e é necessário avaliar se realmente vale a pena contratá-los. O TecMundo já discutiu esse assunto em duas oportunidades – aqui e aqui – e a leitura vale muito a pena para esclarecer todos os questionamentos.
Uma das companhias que presta esse tipo de serviço é o Clube Pitzi, empresa brasileira que oferece planos de proteção para os aparelhos de seus consumidores. Porém, tirando proveito de sua base de clientes, a companhia é capaz de montar um ranking com os dispositivos levando em consideração os defeitos e a quantidade de estragos apresentados pelos aparelhos.

Ranking e Índice de Confiabilidade Pitzi

O ranking apresentado a seguir mostra a lista dos aparelhos mais “confiáveis” de acordo com os critérios estabelecidos pela companhia. O Índice de Confiabilidade Pitzi é medido considerando os históricos de quebra, avaria e outros acidentes que podem acontecer com o dispositivo, sendo que os registros mais recentes têm maior peso na contagem.
Um indicador de 0 a 10 mostra o grau de “quebrabilidade” do aparelho, sendo 0 a pior nota e 10 a melhor. O ranking reúne os eletrônicos mais populares cadastrados na base de dados da companhia e é divulgado mensalmente para que os consumidores possam avaliar qual smartphone ou tablet oferece mais segurança contra danos e defeitos.
  1. Samsung Galaxy Win Duos / nota: 8,5
  2. Samsung Galaxy S5 / nota: 8,1
  3. Apple iPhone 5s / nota: 7,8
  4. Apple iPhone 4S / nota: 7,4
  5. Samsung Galaxy S4 Mini Duos / nota: 7,3
  6. iPhone 4 / nota: 7,3
  7. Motorola Moto G / nota: 7,3
  8. Motorola Moto X / nota: 6,1
  9. Samsung Galaxy S4 / nota: 5,9
  10. Multilaser M8 / nota: 4,7

E as outras fabricantes?

Como é possível notar ao analisar o ranking acima, algumas fabricantes famosas de smartphones e tablets não constam nessa lista produzida pela Pitzi. Esse é o caso da LG, Sony e Nokia, por exemplo, empresas que produzem aparelhos que são muito populares em nosso país. Porém, isso provavelmente deve acontecer porque a lista só considera os produtos dos clientes atendidos pelos serviços da Pitzi e não todas as opções disponíveis no mercado.
Além disso, o Índice de Confiabilidade Pitzi considera os acidentes mais recentes como tendo um peso maior na composição do ranking, o que favorece aquelas companhias que investiram na qualidade de seus produtos.
No entanto, é importante ressaltar que nenhum eletrônico está 100% livre dos acidentes e defeitos que acontecem nos dispositivos. Por isso, mesmo que você tenha o aparelho número um do ranking, pode ser que você enfrente problemas por causa de mau funcionamento ou danos causados por quedas ou batidas acidentais.
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