Mostrando postagens com marcador Sony. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sony. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Dinossauros: 9 celulares que marcaram época

je em dia você quer consultar rapidamente o email e pega o smartphone. Bateu o tédio? Tire o celular do bolso e abra a loja de apps — isso se ele não estiver já na sua mão, pois o WhatsApp e o 
Facebook
 não param de “apitar”. Ah, e você provavelmente está ouvindo música por ele, deixou vários vídeos do YouTube na fila para ver depois e, se quiser, até pode consultar o GPS para saber exatamente onde está.

Pode parecer estranho para muita gente, mas há alguns anos os celulares ainda nem se chamavam smartphones, muito menos acumulavam tantas funções assim. A prioridade era para as ligações ou mensagens e o mais moderno que havia era jogar "Snake", o popular "jogo da cobrinha".
Abaixo, listamos alguns aparelhos clássicos que você com certeza já teve ou viu nas mãos de alguém. Prepare-se para fazer uma viagem no tempo e se lembrar de (ou conhecer) uma época em que palavras como "iPhone", "Galaxy" e "Xperia" ainda não significavam nada.

Nokia 3310

Não tinha como começar com outro, não é mesmo? Talvez o modelo mais clássico da fabricante, esse celular lançado pela Nokia em 2000 ganhou uma espécie de sobrevida na memória dos fãs por conta das piadas — o gadget virou meme por ter uma bateria interminável e ser praticamente indestrutível. O carinho é tanto que ele até virou a brincadeira de 1° de abril da Microsoft em 2014. Ele teve várias variantes com nomes parecidos e apresentava o conteúdo em uma tela de 84x48 pixels. Ao todo, foram 126 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola RAZR V3

Você se lembra de quando celulares com flip eram a maior moda — e abrir ou fechar o aparelho com uma das mãos parecia a coisa mais estilosa do mundo? Estima-se que o Motorola RAZR V3, de 2004, seja o modelo mais vendido da fabricante, com mais de 130 milhões de unidades comercializadas. O aparelho era bastante fino para a época (13 mm de espessura) e tinha um design moderno.
Um pouco mais moderno que o anterior, ele tinha tela de 176x220 pixels, câmera VGA, Bluetooth e a possibilidade de sincronizar conteúdo com o PC. A memória disponível, entretanto, era de incríveis 7 MB. O sucesso do modelo foi tanto que a linha RAZR foi ressuscitada anos depois para o lançamento de uma série de smartphones.

Nokia 6110

A Nokia marcou época no início da vida dos celulares, mesmo que eles não fossem um primor em uso ou design. O 6110 parecia antiquado até mesmo em 1997, ano de seu lançamento: a antena era enorme e bastante visível e o visual parecia o de um telefone de casa sem fio. Acredita-se que ele foi o primeiro a contar com uma interface separada por ícones, sendo ainda o pioneiro da Nokia em sensor infravermelho e no jogo "Snake". A bateria durava dias, mesmo com apenas 900 mAh.

Sony Ericsson K750

Quando falamos hoje em especificações técnicas matadoras, logo imaginamos um processador incrível, memória RAM que não acaba mais e uma bateria de cair o queixo. Mas o celular "top de linha" 
Sony
 Ericsson K750 impressionou o público em 2005 por ter uma câmera digital traseira de 2 MP. Ele pesava somente 99 g e suportava cartões de memória de até 2 GB, sendo o reprodutor de mídia de muita gente que não havia se rendido ao iPod.

Motorola StarTAC

O primeiro celular com flip completo do mundo foi o Motorola StarTAC, em 1996. Ele mescla um visual ainda "tijolão" com a modernidade do visual "concha", sendo um dos primeiros grandes sucessos da história dos celulares. Ele também introduziu o vibracall como alternativa aos ringtones. Na época, quem quisesse aproveitar essa maravilha tecnológica precisava desembolsar US$ 1 mil.

Nokia 1110

Junto com o 3310, o celular Nokia 1110 também está no coração do público. Lançado em 2005, o aparelho foi um dos últimos com tela em preto e branco, mas já possuía modernidades como toques polifônicos, alarme e antena 2G.
Com preço baixo e facilidade de uso, ele foi um dos aparelhos mais populares de países em desenvolvimento — exatamente o caso do Brasil. A autonomia do aparelho em standby? Até 380 horas de uso sem precisar de recarga. Ele ganhou uma versão atualizada, a 1110i, no ano seguinte. Ao todo, foram 150 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola PT-550

Esse "vovô" pode não estar na memória de muita gente, mas marcou época. Isso porque o Motorola PT-550 foi o primeiro celular vendido no Brasil — e o primeiro a receber o carinhoso apelido de "tijolão". Ele chegou ao país em 1990 tendo a portabilidade (na medida no possível, claro) como principal recurso, além do identificador de chamada, que era uma linha de números na cor verde.
Os botões eram muito similares aos de qualquer aparelho fixo e ele até possuía um flip, mas que só escondia o teclado. Segundo o Rank Brasil, ele saiu primeiro só no Rio de Janeiro e custava entre 500 e 750 cruzados, mais 350 ou 400 cruzados para a linha telefônica.

Siemens A50/A55

Talvez o modelo mais clássico da Siemens (ao menos em terras brasileiras), o A50 e suas variáveis destacavam-se na multidão por conta da tela monocromática, porém com um tom alaranjado inconfundível. Ele foi o primeiro modelo de muita gente e vinha em várias cores, mas as variantes azul e branca foram as de maior sucesso. A agenda suportava até 50 contatos — provavelmente bem menos do que a quantidade atual dos seus amigos com WhatsApp.

Motorola C139

Dois anos antes do lançamento do primeiro iPhone, o Motorola C139 era um dos modelos que reinava no mercado. A tela era muito pequena, com 1,25", e ele tinha certos defeitos. Um deles estava na hora de ativar a luz do aparelho: para fazer isso, era preciso pressionar uma tecla – e ela também era executada, além de iluminar o aparelho. Isso resultava em ligações recusadas sem querer e outros problemas.
Ainda assim, ele servia perfeitamente (e serviu durante muito tempo) para quem estava atrás apenas de um aparelho para efetuar e receber chamadas. Além de "Snake", ele contava com os jogos "Box World" e "5 Stones".
...
É muita história a ser contada nessa linha do tempo de celulares. Por isso, não foi possível listar absolutamente todos os aparelhos que marcaram época e continuam em nossas memórias. E aí, qual o gadget do passado que não sai da sua cabeça?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

PS4 vai bem, mas celulares puxam prejuízo da Sony no trimestre

Sony fechou seu segundo trimestre fiscal (julho a setembro) com um prejuízo operacional de 85,6 bilhões de ienes (R$ 1,87 bilhão). Isso representa uma queda de desempenho em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou 13,9 bilhões de ienes (R$ 304 milhões).
Apesar de as vendas totais da corporação terem subido 7,2%, indo a 1,9 trilhão de ienes (R$ 41,5 bilhões), o setor de comunicações mobile (celulares) puxou a queda, com um prejuízo operacional de 172 bilhões de ienes (R$ 3,8 bilhões).
Já o setor de games e serviços de rede não apenas voltou a operar no azul, como também teve um ganho de 83,2% na arrecadação (foi de 169 bilhões de ienes para 309 bilhões de ienes – R$ 3,7 bilhões para R$ 6,75 bilhões). "Esse aumento significativo foi primariamente em função da contribuição das vendas do PlayStation 4 e dos serviços online relacionados [ao console]", escreveu a companhia.

Jogos em alta

O video game de nova geração da Sony vendeu 3,3 milhões de unidades do trimestre, acumulando 13,5 milhões até agora. As vendas de jogos e de produtos e serviços online também subiram. Já o PlayStation 3 está em queda, tanto em hardware como em software.
Para o ano fiscal completo, que encerra em 31 de março de 2015, a empresa projeta vendas de 7,8 trilhões de ienes (R$ 171 bilhões) e prejuízo operacional de 40 bilhões (R$ 875 milhões). Todas as divisões devem dar lucro, com exceção dos celulares, que vão neutralizar todos os ganhos da corporação.

Os 10 smartphones com mais reclamações no Brasil

O site Reclame Aqui divulgou nesta semana uma lista com os dez aparelhos que mais possuem reclamações de consumidores em sua base de dados. Aparecem na lista modelos de cinco fabricantes: Motorola, Samsung, Apple, Sony e LG.
O modelo que tem mais reclamações no site é o Moto G, da Motorola, com 11.757 notificações. Se por um lado esse resultado pode ser considerado natural, uma vez que se trata do aparelho com maior volume de vendas no Brasil, por outro chama a atenção a sua distância em relação aos demais concorrentes.
O smartphone Galaxy S4, da Samsung, ficou com a segunda posição, somando 4.468 reclamações no site. A medalha de bronze é do Motorola Moto X, com 2.967 reclamações. Confira o ranking com os 10 celulares que têm mais reclamações no Reclame Aqui.
  • 1 – Motorola Moto G – 11.757 reclamações
  • 2 – Samsung Galaxy S4 – 4.468 reclamações
  • 3 – Motorola Moto X – 2.967 reclamações
  • 4 – Samsung Galaxy S3 – 2.226 reclamações
  • 5 – Apple iPhone 5S – 1.845 reclamações
  • 6 – Apple iPhone 5 – 1.724 reclamações
  • 7 – Sony Xperia Z1 – 1.275 reclamações
  • 8 – Samsung Galaxy Y Duos – 846 reclamações
  • 9 – LG G2 – 825 reclamações
  • 10 – Samsung Galaxy Gran Duos – 821 reclamações

Apple não responde os consumidores

No que diz respeito à resposta dos fabricantes, a Motorola conseguiu solucionar 63,4% das reclamações – o maior número entre as cinco empresas citadas no top 10. A LG aparece em segundo, com 60,8% dos problemas solucionados. A Samsung resolveu 50,7% das reclamações e a Sony respondeu 39,3% dos consumidores.
O pior desempenho entre as empresas é da Apple, que não respondeu nenhuma das reclamações dos seus clientes postadas no Reclame Aqui. A companhia tem 0% de resoluções nesse quesito e recebeu ainda o selo de “não recomendado” pelo Reclame Aqui.
O ranking levou em consideração informações coletadas entre os dias 1 de outubro de 2013 e 30 de setembro de 2014.
FONTE(S)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Fabricantes barram projeto Android Silver e fragmentação do SO continua

Um dos maiores problemas do Android é o seu ecossistema completamente fragmentado, que prejudica o desenvolvimento de apps e a harmonia do SO. A Google já reconheceu o problema e até contava com um plano ousado para combatê-lo – o Android Silver – , que foi barrado pelas fabricantes de smartphones.
Atualmente, diversas versões do Android convivem em conjunto no ecossistema, com destaque para a Jelly Bean (4.1, 4.2 e 4.3), com 53,8% do total; e a KitKat (4.4), com 24,5%. Isso acontece principalmente porque as empresas fazem modificações muitas vezes complexas, que atrasam as atualizações para novas versões, e que muitas vezes nem chegam a ser feitas.

A esperança era prata

Com o Android Silver, a Google substituiria a linha Nexus por diversos dispositivos top de linha com Android praticamente puro, ou seja, aquele que a própria companhia desenvolve, quase sem interferência das fabricantes, reduzindo a fragmentação.
A Google queria promover uma versão menos personalizada do SO, tornando mais fácil para os desenvolvedores de aplicativos criarem uma única versão deu seus programas, ao invés de várias versões para cada “sabor” do Android. 
Porém, as fabricantes não compraram a ideia. De acordo com o site de notícias Re/Code, o programa foi arquivado, depois do baixo interesse das desenvolvedoras, que “que não desejam compartilhar sua marca com outras empresas ou empregar tal versão restrita do software”.

Fechando o cerco

Hiroshi Lockheimer, vice-presidente de engenharia da Google, não quis comentar nada sobre o Android Silver, e apenas limitou-se a dizer que a linha Nexus “continuará no futuro”. Entretanto, a Google aparentemente não vai desistir tão fácil do combate à fragmentação. A prova disso são algumas novas mudanças que já foram feitas nos contratos com as fabricantes, que os tornaram mais restritivos.
Uma das primeiras modificações foi o aprimoramento do Google Play Services, que ficou bem mais poderoso, promovendo melhorias no Android como um todo de forma rápida, através da Google Play, sem a necessidade de uma atualização completa do sistema. Além disso, os dispositivos agora precisam contar com a frase “powered by Android” na inicialização, além de até 20 aplicativos da Google, vários deles na tela inicial.

Personalização ainda continua

Com relação ao Android Auto, Android TV e Android Wear, a Google ainda mantém a personalização das fabricantes distante. Entretanto, Lockheimer disse que as empresas poderão incrementar a interface desses dispositivos, uma vez que o “básico para estas plataformas está feito”.
Vale lembrar também que a linha Silver seria destinada apenas aos aparelhos top de linha e nada foi comentado sobre os dispositivos intermediários e de entrada
Fonte:TecMundo

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Tops de linha da Microsoft, Apple, LG, Motorola e Sony derrubam lucro da Samsung em 60%

A Samsung continua sendo a maior fabricante de telefones celulares do mundo, título antes pertencente por muitos anos a Nokia Mobile, agora sob o controle da Microsoft, porém, não basta vender muitos aparelhos se eles dão pouco lucro. Essa foi a conclusão que 43 analistas chegaram para justificar a queda de 60% no lucro operacional da Samsung no terceiro trimestre deste ano, isso se comparado ao mesmo período do ano passado.
samsung-logo1
As vendas caíram para 44 bilhões de dólares, que representa 20% a menos que no mesmo período de 2013. Já o lucro esperado era de U$ 5,2 bilhões, e o que deverá ser alcançado é U$ 3,8 bilhões.
Os analistas dizem que a Samsung vende muitos modelos low-end, porém, tem perdido mercado no seguimento dos top de linha para seus concorrentes que atualmente são: a Microsoft e seus Lumias, a Apple e seus iPhones, a LG e seus infinitos modelos, a Motorola com a linha X e a Sony com seus Xperias.
Ninguém pode negar que a coreana sabe fazer bons smartphones, o porém é que a Samsung chegou no topo e começou a “extrapolar”, e começou a valorizar demais os seus aparelhos. O Galaxy Note 4 é um bom exemplo, já que ele custará aqui no Brasil absurdos R$ 2.998. E mesmo seus concorrentes tendo uma ou outra característica inferior, custam bem menos que isso. Eles conseguiram o feito de ultrapassar os preços do iPhone, costumeiramente caro por natureza.
Samsung-Galaxy-Note-4-Air-Command-2
A chegada de fabricantes como a chinesa Xiaomi também deixam a Samsung numa situação complicada, pois, essa por exemplo, vende modelos com hardware poderoso por preços bem mais acessíveis, e buscam a lucratividade no volume de vendas. E é claro que não podemos esquecer modelos com o Lumia 930, o LG G3 e o Moto X, que oferecem um custo benefício bem melhor que outros modelos da Samsung. Sem contar outras marcas como a HTC e a Huawei, que estão vendendo bastante também.
Não sabemos qual será a estratégia da Samsung para aumentar suas vendas novamente, quem sabe um investimento maior no Tizen, seu sistema operacional proprietário que tem raízes no Android da Google, ou se eles começaram a “retirar” recursos dos seus modelos mais top para quem sabe diminuir os custos de produção e aumentar a lucratividade. Isso, só o futuro nos dirá.
Fontes: Olhar Digital

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Project Ara permitirá substituição de peças em pleno funcionamento

Se você já ouviu falar do Project Ara, sabe que se trata da proposta da Google para um smartphone modular. Entretanto, a grande novidade recentemente revelada é que será possível não apenas trocar as peças do aparelho, mas fazer isso enquanto ele estiver em pleno funcionamento, sem a necessidade de desativá-lo.
Paul Eremenko, responsável pelo projeto na Google ATAP, revelou nesta semana mais detalhes sobre o ARA, explicando que elementos como processador, câmera e dispositivo de armazenamento podem ser substituídos e atualizados por modelos mais potentes.
Além disso, exceto pela CPU e pela tela, qualquer peça pode ser mudada sem que o celular seja desligado — isso inclui momentos em que dados estejam em processamento, como durante a digitação de uma mensagem ou ligação.
Por isso, se você estiver tirando fotos e, de repente, precisar equipar uma câmera diferente, será possível realizar a mudança em poucos segundos. Eremenko disse também que a Google tem planos para uma loja online que venderá vários tipos de módulos diferentes, aumentando as possibilidades de customização dos smartphones.

Em breve

De acordo com as informações anunciadas nessa semana, o primeiro protótipo em funcionamento será exibido na segunda conferência para desenvolvedores do Ara, em dezembro deste ano. No vídeo abaixo, você assistir a todo o pronunciamento de Eremenko durante LCU14 (em inglês, sem legenda).


O projeto está sendo feito em colaboração com várias empresas como a Toshiba, Rockchip e Foxconn e usa uma versão modificada do Android L, desenvolvida em parceria com a Linaro. É esse sistema operacional que permite que as peças tenham a função hot swap. Se tudo der certo, o produto deve ser lançado já no início de 2015.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

6 fatos incríveis sobre o PlayStation 1



Ah, pensar no PlayStation 1 é sinônimo de nostalgia para muitos jogadores. Quantos jogos nós não zeramos na nossa infância e na adolescência nesse console icônico? Sejam títulos de ação, luta, terror, puzzle, RPG, entre muitos outros. E por falar em RPG, nós já listamos no BJ alguns dos jogos de "Role-Playing-Game" que mais marcaram os gamers e se tornaram verdadeiros clássicos, como você pode conferir aqui.
Relembrando os tempos de PlayStation 1, o canal no YouTube Vsauce3 criou um vídeo em que traz seis fatos curiosos sobre o console dos anos 90. Os donos do canal já fizeram vídeos semelhantes, por exemplo, com o NES, em que também detalham características inusitadas dos aparelhos. Veja o vídeo do PlayStation 1 acima com os itens que eles selecionaram e confira as traduções dois seis fatos abaixo:
  • Fato 1: O PlayStation1 foi lançado em 1995 nos Estados Unidos e foi originalmente concebido para ser um adicional do Super Nintendo.  
  • Fato 2: Todos os 2481 jogos lançados oficialmente para o PS1 ocupam mais ou menos 1,49 TB – ou seja, 31 discos de PlayStation 4.
  • Fato 3: O Memory Card tinha capacidade 1 MB, valor igual ao maior jogo de NES.
  • Fato 4: Seriam necessários 236 PlayStations 1 para alcançar a capacidade do processador do PS Vita.
  • Fato 5: O PlayStation 1 tinha 2 MB de memória RAM. Se esse número parece pouco, saiba que ele é 512 vezes superior ao computador existente na missão Apollo 11 – que representa 0,02% do poder do PlayStation 4.
  • Fato 6: Se todos os PlayStations 1 fossem vendidos pelo preço inicial de US$ 299 seria possível comprar todos os times da Liga de Baseball Americana (Major League Baseball) e ainda dar US$ 1,70 para cada pessoa na Terra.
E você, conhece ou se lembra de outros fatos interessantes sobre o saudoso PlayStation 1 e quer compartilhar?
Fonte:BJ

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

PlayStation domina premiação pós TGS com oito exclusivos

http://img.ibxk.com.br//2014/09/22/22132403367202.jpg?w=1120&h=480&mode=crop
Tradicionalmente, após a realização da feira TGS (Tokyo Game Show), a Computer Entertainment Supplier’s Association se reúne para decidir quais dentre os produtos apresentados merecem o prêmio da Japan Game Awards “Future Division”. Na votação deste ano, seria difícil ignorar a predominância da Sony — que acabou emplacando oito títulos exclusivos na lista.
São elegíveis para o prêmio quaisquer jogos ou produtos apresentados durante a TGS. Os votos são coletados entre os visitantes durante os três primeiros dias da feira. Posteriormente, um comitê se reúne para escolher os vencedores — com o critério de “maiores promessas para o futuro”.
Confira abaixo o rol completo dos ganhadores (não se trata de uma ordem, já que todos são considerados de “igual mérito”):
  • The Legend of Heroes: Sen No Kisekii 2 (PlayStation 3/PlayStation Vita)
  • The Order: 1886 (PlayStation 4)
  • Kingdom Hearts HD 2.5 Remix (PlayStation 3)
  • God Eater 2 Rage Burst (PlayStation 4/PlayStation Vita)
  • Psycho Break aka The Evil Within (PlayStation 3/PlayStation 4/Xbox 360/Xbox One)
  • Tales of Zestiria (PlayStation 3)
  • Phantasy Star Nova (PlayStation 3)
  • Bloodborne (PlayStation 4)
  • Metal Gear Solid 5: The Phantom Pain (PlayStation 4/PlayStation 3/Xbox One/Xbox 360)
  • Monster Hunter 4 Ultimate (Nintendo 3DS)
  • RYU-GA-GOTOKU 0 Chikaino Basho (PlayStation 4/PlayStation 3)
  • Oculus Rift (PC)
Como se vê, dois 12 ganhadores, oito são títulos exclusivos para plataformas da Sony — incluindo ainda os aguardados Bloodborne e The Order: 1886, dois títulos que, espera-se, devem trazer novo gás para o PlayStation 4. Ademais, há ainda um título do 3DS, enquanto que o Oculus Rift aparece representando os jogos para PC. Por fim, as plataformas da Microsoft acabaram listadas apenas em propostas multiplataforma.
Em tempo: vale notar, entretanto, que a Nintendo tradicionalmente não participa da TGS — de forma que os seus títulos proprietários não são elegíveis para a premiação.
FONTES

PROJECT MORPHEUS ESTÁ 85% CONCLUÍDO, DIZ SONY

Sony Project Morpheus
Segundo a Sony o desenvolvimento do Project Morpheus vai muito bem, obrigado.
Shuhei Yoshida, presidente da corporação, falou ao Wall Street Journal durante entrevista no Tokyo Game Show que a empreitada da empresa com realidade virtual já está 85% concluído.
Nessa mesma entrevista Yoshida revelou que há vários aspectos que ainda precisam ser melhorados e que para manter o preço dos óculos de realidade virtual acessível os engenheiros da Sony utilizaram componentes usados em smartphones.
Yoshida, no entanto, esquivou quando perguntado sobre o lançamento do aparelho, até porque o dispositivo só pode ir ao mercado quando houver um bom número de títulos suportados.
E segundo o mesmo, apesar do público alvo do Project Morpheus serem os donos do PS4, a tecnologia terá múltiplas aplicações indo muito além dos jogos, podendo aumentar também a popularidade do console a um público não-gamer.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

BLOODBORNE GANHA TRAILER, DATA DE LANÇAMENTO E EDIÇÃO DE COLECIONADOR

Bloodborne
Na E3 2014 a Sony revelou Bloodborne, projeto da From Software – criadora da série Souls – em colaboração com o Japan Studio da Sony Computer Entertainment. Na Gamescom 2014 pudemos ver os primeiros minutos de gameplay do jogo.
Eis que hoje, quarta-feira (18), a Sony revelou na Tokyo Game Show 2014 a data de lançamento do jogo. Bloodborne será lançado no dia 6 de Fevereiro de 2015, exclusivamente para PlayStation 4.
Para celebrar a data de lançamento – que está mais próxima do que eu imaginava – foi divulgado um trailer inédito com trechos de gameplay do jogo. Está fantástico. Assista:
Edição de Colecionador
Além do trailer e da data de lançamento, a Sony revelou uma edição de colecionador de Bloodborne, que também estará disponível nas lojas no dia 6 de Fevereiro. Essa edição inclui um Steelbook, um exclusivo livro de ilustrações com artes conceituais, e a trilha sonora original do jogo.
A edição de colecionador custará US$79,99 e será vendida somente em algumas lojas – e em quantidades limitadas. Se quiser a sua, é melhor fazer uma pré-venda antes de acabe.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Empresa de seguro divulga ranking dos aparelhos mais confiáveis

Muito provavelmente alguns de nossos leitores já devem ter se deparado com ofertas de seguros para smartphones e outros eletrônicos. Esses são serviços que geram muitas dúvidas e é necessário avaliar se realmente vale a pena contratá-los. O TecMundo já discutiu esse assunto em duas oportunidades – aqui e aqui – e a leitura vale muito a pena para esclarecer todos os questionamentos.
Uma das companhias que presta esse tipo de serviço é o Clube Pitzi, empresa brasileira que oferece planos de proteção para os aparelhos de seus consumidores. Porém, tirando proveito de sua base de clientes, a companhia é capaz de montar um ranking com os dispositivos levando em consideração os defeitos e a quantidade de estragos apresentados pelos aparelhos.

Ranking e Índice de Confiabilidade Pitzi

O ranking apresentado a seguir mostra a lista dos aparelhos mais “confiáveis” de acordo com os critérios estabelecidos pela companhia. O Índice de Confiabilidade Pitzi é medido considerando os históricos de quebra, avaria e outros acidentes que podem acontecer com o dispositivo, sendo que os registros mais recentes têm maior peso na contagem.
Um indicador de 0 a 10 mostra o grau de “quebrabilidade” do aparelho, sendo 0 a pior nota e 10 a melhor. O ranking reúne os eletrônicos mais populares cadastrados na base de dados da companhia e é divulgado mensalmente para que os consumidores possam avaliar qual smartphone ou tablet oferece mais segurança contra danos e defeitos.
  1. Samsung Galaxy Win Duos / nota: 8,5
  2. Samsung Galaxy S5 / nota: 8,1
  3. Apple iPhone 5s / nota: 7,8
  4. Apple iPhone 4S / nota: 7,4
  5. Samsung Galaxy S4 Mini Duos / nota: 7,3
  6. iPhone 4 / nota: 7,3
  7. Motorola Moto G / nota: 7,3
  8. Motorola Moto X / nota: 6,1
  9. Samsung Galaxy S4 / nota: 5,9
  10. Multilaser M8 / nota: 4,7

E as outras fabricantes?

Como é possível notar ao analisar o ranking acima, algumas fabricantes famosas de smartphones e tablets não constam nessa lista produzida pela Pitzi. Esse é o caso da LG, Sony e Nokia, por exemplo, empresas que produzem aparelhos que são muito populares em nosso país. Porém, isso provavelmente deve acontecer porque a lista só considera os produtos dos clientes atendidos pelos serviços da Pitzi e não todas as opções disponíveis no mercado.
Além disso, o Índice de Confiabilidade Pitzi considera os acidentes mais recentes como tendo um peso maior na composição do ranking, o que favorece aquelas companhias que investiram na qualidade de seus produtos.
No entanto, é importante ressaltar que nenhum eletrônico está 100% livre dos acidentes e defeitos que acontecem nos dispositivos. Por isso, mesmo que você tenha o aparelho número um do ranking, pode ser que você enfrente problemas por causa de mau funcionamento ou danos causados por quedas ou batidas acidentais.
FONTE(S)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

6 tecnologias que ainda queremos ver nos smartphones

IFA 2014 chegou ao fim e, para nossa alegria, muitos smartphones (e phablets) foram apresentados aos consumidores durante o evento e no período que o antecedeu. Se a sua memória está fraca, nós listamos os principais lançamentos para dar uma refrescada: Galaxy Note 4,Galaxy Note EdgeGalaxy AlphaXperia Z3Xperia Z3 CompactNovo Moto XNovo Moto GLumia 730 (e735) e Lumia 830. Isso sem mencionar os aparelhos anunciados pela Lenovo Huawei.
Como se não bastasse, também tivemos a aguardada apresentação da Appleem que foram anunciadas as duas versões do smartphone da companhia: oiPhone 6 e o iPhone 6 Plus. Com tantos lançamentos, poderíamos pensar que não há como ficar “desamparado” ou com alguma funcionalidade não atendida. Mas não é bem assim.

O que está faltando?

É certo que os modelos estão cada vez mais avançados e completos, mas ainda sim podemos sentir falta de uma ou duas funcionalidades que gostaríamos muito de ver nos próximos aparelhos. Algumas delas, inclusive, já começaram a aparecer nos dispositivos apresentados, mas seria muito interessante se elas se tornassem um padrão para a indústria.
Do jeito que as coisas estão, é preciso escolher um recurso e abdicar de outro. Por exemplo: um smartphone à prova d’água não necessariamente oferece tecnologias excepcionais de economia de bateria. Dificilmente encontraremos um aparelho perfeito, mas se as fabricantes escutassem os consumidores talvez elas chegassem mais perto de alcançar isso.

1. Baterias melhores

O TecMundo já mostrou que este aspecto é o mais importante na hora da compra de um aparelho. Há alguns mistérios que nós, consumidores, podemos não entender muito bem, mas é certo o que mais queremos: baterias melhores e que durem mais.
É lógico que o consumo de energia aumenta à medida que os aparelhos evoluem. Mas seria pedir muito por um dia inteiro longe da tomada? Bons eram os tempos em que a bateria durava dias, quando não semanas. Hoje, se ela durar 12 horas em uso intenso já é motivo para comemorar.
Sabemos que já há recursos nativos nos smartphones que prometem estender muito a duração da bateria, mas eles não aparecem em todos os aparelhos. E, naqueles que têm essa funcionalidade, geralmente o recurso é oferecido para ser utilizado em casos extremos e quando a carga já está acabando.
O ideal seria exatamente o que consta no subtítulo: baterias melhores. Portanto, a duração e consumo de energia deveriam ser levados em conta. E não basta oferecer uma opção de “supereconomia de bateria”. Deve ser algo que já esteja ali (no aparelho) e funcionando.

2. Carregamento mais rápido e sem fio

Ainda no tema “bateria”, estes dois aspectos estão se tornando cada vez mais comuns. Porém, mais uma vez, não são detalhes que se tornaram padrões do mercado. Por mais que nossa bateria dure muito, uma hora ela precisará ser carregada. E como é desagradável ter que deixar horas e horas o aparelho recarregando.
Sem mencionar os fios. Como praticamente tudo tende a deixar de lado o uso de cabos, por que os carregadores não partem para o mesmo caminho? E não adianta oferecer esse recurso apenas para os tops de linha. Aqueles que compram aparelhos intermediários ou de entrada também gostariam muito de usufruir dessa vantagem.

3. Prova d’água e maior resistência

Esse é um aspecto que demorou a aparecer nos smartphones e parece que ainda está engatinhando. Quantos aparelhos não devem ter sido perdidos por simplesmente caírem na privada? Ou um copo virar sobre eles? Se algumas fabricantes conseguem produzir dispositivos assim, por que a indústria não adota o recurso como um padrão?
Isso sem falar na resistência de um modo geral. Na maioria das vezes, uma simples queda é o suficiente para trincar ou deixar uma bela marca na tela do aparelho. O ser humano é desastrado e isso vai continuar acontecendo. No entanto, seria bom não precisar passar pelo inconveniente de ter que pagar o preço de um novo dispositivo para efetuar a troca da peça que ficou quebrada.

4. Tradutor universal e rápido

Já faz tempo que a fronteira entre os países ficou limitada aos seus aspectos físicos e culturais. Hoje é possível, por exemplo, conversar com qualquer pessoa do mundo utilizando o aparelho celular. Porém, a barreira que ainda se mantém é o idioma. Seria interessante poder conversar com um alemão ou japonês sem se preocupar em aprender os seus respectivos idiomas.
É óbvio que isso não nos isentaria da necessidade de aprender outros idiomas para nos expressarmos com perfeição, mas uma simples troca de ideias não deveria ser impedida por uma limitação como essa. Quantas pessoas interessantes existem nesse mundo e você simplesmente não as conhece porque não consegue conversar com elas? Milhares, provavelmente.

5. Componentes modulares

Da forma como os aparelhos são disponibilizados aos consumidores, as pessoas devem escolher o desempenho do dispositivo na hora de comprá-lo. E é essa configuração que acompanhará o dispositivo até que chegue a hora de trocá-lo. Considerando a velocidade com que as coisas evoluem, esse episódio acaba se tornando cada vez mais frequente.
Não seria conveniente adquirir um aparelho que pudesse “evoluir” juntamente com toda a tecnologia? O conceito é muito semelhante ao encontrado em computadores desktop, nos quais podemos fazer upgrades de memória, armazenamento, processador etc. Mais uma vez, ideias nesse sentido já existem, mas ainda estão engatinhando.

6. Telas flexíveis

Com o crescimento das telas dos dispositivos, é comum enfrentarmos dificuldades para guardá-los em nossos bolsos. Aparelhos com displays a partir de 5 polegadas já oferecem esse tipo de problema e, mesmo que a espessura seja cada vez menor, o tamanho ainda pode incomodar.
Seria mais fácil se pudéssemos dobrar o smartphone para colocá-lo no bolso. O aparelho simplesmente ficaria com a metade do tamanho (ou algo próximo disso) e tiraria vantagem da redução de espessura, o que não o faria parecer uma carteira.

E quem sabe as possibilidades seguintes

Controlar o carro:
Desligar postes de luz:
Ou semáforos:
Alguns leitores diriam: “TecMundo, aí você já está pedindo demais”.
--
É lógico que esta matéria não discutiu os avanços tecnológicos que seriam necessários para implementar os recursos mencionados. Porém, seria muito bom se as fabricantes “dessem um jeito” de entregar essas funcionalidades para que nós, consumidores, ficássemos mais felizes.
O que vocês acharam da nossa seleção? Há algum recurso ou funcionalidade que faltou mencionar em nossa lista? Deixe sua opinião no campo dos comentários!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Sony: games e filmes vendem bem, smartphones estão em decadência

http://img.ibxk.com.br//2014/07/31/31131757915412.jpg?w=1120&h=480&mode=crop
Sony publicou o relatório financeiro da companhia no primeiro trimestre do atual ano fiscal, que começou em abril deste ano. Essa divulgação estava rodeada de expectativa: caso você não se lembre, a situação da empresa era muito ruim nos últimos meses, o que levou a uma reestruturação da companhia. O resultado das alterações (que incluíram a venda do setor de laptops e a separação da divisão de TVs) é positivo, pois os números subiram, mas ainda não é possível para a companhia japonesa respirar aliviada.
Isso porque, enquanto o setor de games está em uma margem bastante altade vendas (3,5 milhões de unidades no trimestre), assim como o de filmes, impulsionado por sucesso como "Anjos da Lei 2".
Mas há uma má notícia: as vendas só subiram 10,1% (o que é pouco comparado com os 95% de aumento nos games) e houve uma perda operacional de US$ 27 milhões, um desempenho financeiro muito pior que os ganhos do ano passado. A Sony culpa problemas com royalties e gastos com pesquisa e desenvolvimento pela performance baixa, mas as vendas da linhaXperia também não estariam bombando.
A imagem abaixo mostra que, enquanto a maioria dos setores está em no dinheiro gerado, os dispositivos de comunicação móvel mostram decadência.
Em vendas, a Sony registrou no trimestre US$ 17,9 milhões, um aumento de 5,8% em relação ao ano passado. A renda gerada foi de US$ 691 milhões, um aumento extremamente significativo em relação ao período de abril a junho de 2014. O relatório completo pode ser conferido neste link.
FONTE

terça-feira, 15 de julho de 2014

Smartphones já somam 76% do mercado de celulares no Brasil

http://img.ibxk.com.br//2014/07/15/15104541765127.jpg?w=1120&h=480&mode=crop
A associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) divulgou um relatório bastante interessante sobre o uso do telefone celular no Brasil. Com dados atualizados até maio de 2014, ele confirma que os features phones estão perdendo cada vez mais espaço para os smartphones — e que esse é um caminho sem volta. Em outras palavras, os aparelhos presentes na imagem acima devem até desaparecem.
De acordo com os gráficos, feitos pelo IDC com base em dados da Abinee, a fatia de uso dos celulares tradicionais passou de 47% (maio de 2013) para 24% (maio de 2014), sempre apresentando números menores. Os smartphones devem fechar o ano totalizando 46.869 unidades, contra 18.059 dos modelos ultrapassados.
Em outro dado curioso, é mostrada a evolução do mercado de celulares no país. Só de janeiro a maio de 2014, houve um crescimento de 8% em relação ao mesmo periodo do ano passado — 28,2 milhões de unidades vendidas. A chegada de smartphones de preço baixo no país é o grande 
Note que a quantidade cresce significativamente no período que antecede ao Natal, período de presentes em que todos os grandes lançamentos já estão nas lojas.


FONTE(S)